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  • Ana Flávia, fazendo da Vaidade uma virtude

    Junto com inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria, a vaidade é o sétimo pecado capital, que diferente da outra série de delitos cometidos por nós humanos, são condenáveis e podem, segundo concepções bem medievais, nos condenar ao limbo eterno.
    Em tempos de grande desenvolvimento tecnológico em todas as áreas, o segmento beleza, claro, não ficou de fora. A quantidade de novos produtos e metodologias desenvolvidos com a promessa de mais beleza, principalmente para a mulher, é muito grande. E é nessa onda de desenvolvimento, que o próprio conceito mudou. Hoje, todo este cuidado, está ligado a sentir-se bem e não a essa vaidade amaldiçoada pelos padres antigos.
    Então pode continuar se cuidando direitinho, pois ao contrário de um destino de cabeça para baixo no fogo ardente lá de baixo, você terá sim, é o céu. Afinal, que mulher não gosta de estar toda linda e com tudo em cima?
    E é para ajudar essas mulheres que reconhecem a importância de uma boa apresentação, que essa lindíssima profissional de beleza, a Ana Flávia, nos emprestou sua graciosidade para fazer a capa deste mês. De quebra, nos mostra um pouco da sua profissão que tanto ajuda a mulherada a ficar sempre linda.
    Ana Flávia, que é mãe de dois filhos, nasceu em Pindamonhangaba, mas há 14 anos mora em Santo Antonio do pinhal. Conforme explica, começou a se interessar por essa atividade antes mesmo de subir para morar na Mantiqueira. “O que sempre me atraiu nesse trabalho é o fato de podermos interferir positivamente na aparência das pessoas, ajudando a melhorar o seu astral”. Ana Flávia afirma que hoje as pessoas usam o salão como um mecanismo para se sentirem bem, estando muito mais ligado a auto estima que a vaidade.
    Ela conta que salão tem de tudo e que já passou por situações curiosas, “muitas pessoas vão ao salão em parte porque precisam de alguém para conversar sem restrições. E às vezes, a preocupação com aparência até fica num segundo plano”.
    Quanto a dizer que salão é lugar de fofoca, ela discorda. “Tem sim muita conversa, pois nos tornamos amigas das clientes. Na verdade as pessoas falam de si mesmas. Reclama de casa, fala do marido, mas não fofoca”, defende.
    Para ela, o que há hoje é uma valorização do ser humano de modo geral. E o salão é o local onde os profissionais estão preparados para intervir na aparência das pessoas de modo a deixá-las de bem com a vida, pois, “como alguém pode estar bem com o que quer que seja se não estiver bem com ela mesma? questiona, destacando o verdadeiro sentido desse cuidado pessoal que a mulher busca num centro de beleza.
    Sobre as novas tecnologias apresentadas atualmente, ela diz que a grande vantagem é a possibilidade de uma personalização cada vez maior. “Antes a mulher ia ao salão e a única coisa que ela podia escolher era a cor do cabelo e o corte. Hoje existem muito mais possibilidades para adaptar o serviço às suas características”, diz. Com as tecnologias de hoje, que incluem uma análise mais completa da pessoa, é possível repaginar de tal forma o visual, que a cliente vai sair se sentido outra pessoa, “e a alegria dessa profissão, é poder contribuir para renovar a aparência com o objetivo de fazer a cliente se sentir bem ao lado das outras pessoas”, conclui.

    Créditos
    Roupa Vivian Modas
    Produção: Edu - Salão Ana Flávia Beleza e Corpo
    Foto Edmar Cruz
    Fotografada no Jardim dos Pinhas em Santo Antonio do Pinhal



    Texto Edson Vander

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